• Skip to primary navigation
  • Skip to content
  • Skip to footer
  • Estudantes
    • Webmail
    • Moodle
    • Ensino à Distância
    • NetP@
    • Biblioteca
    • Escola Doutoral
    • Serviços Académicos
    • Trabalhar no IHMT
  • Staff
    • Webmail
    • Área de Docentes
    • Área de Não-Docentes

IHMT

Instituto de Higiene e Medicina Tropical

PortuguêsEnglishFrançaisDeutschEspañol
  • Ensino
    • Doutoramentos
    • Mestrados
    • Ensino à Distância
    • Cursos de Especialização
    • Cursos de Curta Duração
    • Apoio ao Desenvolvimento
  • Investigação
    • GHTM
  • Doenças Tropicais
    • Glossário
    • Consulta do Viajante
    • Museu
      • Peça do Mês
    • Vídeos
    • MosquitoWeb
  • Unidades de Ensino e de Investigação
  • 5º Congresso Nacional de Medicina Tropical
Home / Noticias / A combinação de medidas implementadas pelo Governo e a resposta do povo português tiveram um “impacto muito positivo” no controlo da pandemia

A combinação de medidas implementadas pelo Governo e a resposta do povo português tiveram um “impacto muito positivo” no controlo da pandemia

25 Maio, 2020

No webinar subordinado ao tema “Aparecimento e desenvolvimento da pandemia: Ásia e Europa”, que teve lugar no dia 22 de maio, Alexandre Abrantes, médico e professor da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP-NOVA),  abordou o impacto das medidas em vários aspectos da pandemia, assim como a pertinência e sentido de oportunidade da implementação da resposta,  destacando quarto tópicos-chave que resultam do estudo publicado no Barómetro COVID-19.

No que respeita ao excesso de mortalidade da época pandémica, o estudo realizado pelo grupo do professor Alexandre Abrantes sugere que em Portugal “desde o primeiro óbito até ao dia 15 de abril terá havido 1300 óbitos a mais”, o que corresponde a um aumento de 15% de óbitos em relação ao que era de esperar entre o mesmo período nos dez anos antes. O médico destaca ainda que estas 1300 mortes se “concentraram extraordinariamente na população com idade superior a 75 anos”, sendo que “apenas 49% têm diagnóstico de COVID-19 na respetiva certidão de óbito”.

As autoridades portuguesas responderam bem e atempadamente?

De acordo com os resultados dos estudos que avaliaram o inicador stringency-index, “quando Portugal decretou quarentena tinha registado um óbito, enquanto que Espanha, Itália e Reino Unido tinham já reportado 15, 133 e 621 óbitos, respetivamente”, demosntrando os dados que “Portugal atuou cedo e o Reino Unido relativamente tarde”, acrescentou o também vice-presidente da Cruz Vermelha Portuguesa .

“Não basta o governo decretar uma medida, é preciso que o povo adira”

O especialista em Saúde Pública mencionou que “Portugal e Espanha aderiram de forma massiva” às medidas implementadas, tendo os portugueses reduzido na ordem dos 80%, e repentinamente, “as suas deslocações, atividades de lazer e utilização de transportes públicos”.

O mesmo não se verificou em Itália, nem no Reino Unido. Em ambos, as medidas foram implementadas de forma progressiva, porém “Itália demorou 10 dias entre a introdução das primeiras medidas e a quarentena completa”, e apenas 70% da sua população aderiu a estas medidas. Em Inglaterra, por seu turno, verificou-se uma “maior resistência da população às medidas implementadas pelo governo, registando uma adesão de 60% – a mais baixa de todas”, frisou.

A combinação de medidas do governo e resposta do público tiveram algum impacto na pandemia?

“Sim, deu resultado”, afirmou veementemente Alexandre Abrantes salientando que duas semanas após o lockdown eram visíveis “resultados substânciais“ no que respeita a morbilidade, mortalidade e os internamentos. Em particular, “registou-se uma redução de 25% no número de óbitos, de 23% no número de novos casos e de 50% no número de casos graves de COVID-19”, enumerou.

A terminar a sua exposição, destacou um último aspecto relevante na resposta à pandemia e que diz respeito ao baixo número de internamentos em Portugal, “o que evitou que a capacidade instalada dos hospitais portugueses fosse suplantada, como aconteceu em Espanha e Itália”, concluiu Alexandre Abrantes.

Assista à discussão destes tópicos no video do webinar.

PRÓXIMO WEBINAR: Covid-19: Aparecimento e desenvolvimento da pandemia na África Lusófona

Share this content:

  • Clique para partilhar no Facebook (Opens in new window)
  • Carregue aqui para partilhar no Twitter (Opens in new window)
  • Clique para partilhar no LinkedIn (Opens in new window)
  • Click to share on Pinterest (Opens in new window)
  • Clique para partilhar no Tumblr (Opens in new window)
  • Carregue aqui para imprimir (Opens in new window)

Reader Interactions

Footer

  • Sobre o IHMT
  • Organização
  • Docentes e Investigadores
  • Serviços Académicos
  • Recursos Humanos
  • Trabalhar no IHMT
  • Instrumentos de Gestão
  • Associação de Alunos e Amigos
  • Parcerias
  • Biblioteca
  • Biobanco GHTM-IHMT – Biotropical Resources
  • Ensino
  • Investigação
  • Cooperação e Desenvolvimento
  • Elogios, Sugestões e Reclamações

Contactos

Rua da Junqueira, 100
1349-008 Lisboa
Portugal
+351 213 652 600
+351 213 632 105

Contactos dos Serviços

Marcação de consultas:
+351 213 652 630/90
+351 213 627 553
medicina.viagens@ihmt.unl.pt

Subscrever newsletter

Follow us

  • Facebook
  • LinkedIn
  • YouTube
© Copyright 2020 IHMT-UNL Todos os Direitos Reservados.
  • Universidade Nova de Lisboa
  • Fundação para a Ciência e a Tecnologia

    Project UID/Multi/04413/2013

We use cookies to ensure that we give you the best experience on our website. If you continue to use this site we will assume that you are happy with it.Ok